Humilde é a lua, que apesar de ilustre, cala-se num canto escuro.
Oferece à inaturalidade das lâmpadas um emprego.
A mesma observa-nos num bosque, com um doce olhar.
Envolvo-te em meus braços, a fim de encontrar paz.
Teu peito exprime a sintonia dos sentimentos, a sincronia nas batidas.
Teu coração implora por mais um beijo.
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