segunda-feira, 1 de abril de 2013

Café

As paredes estão caindo. Algo concreto, agora cobre o piso em fragmentos.
O branco e o preto predominam, a poeira levanta para o café da manhã.
Vestígios de uma xícara com sangue. Um corpo deitado sobre ela.
Um corpo já sem se importar com o calor que o sol oferece.
O desespero, o medo, o ódio, a fúria... Basta apertar o gatilho,
E você caiu na armadilha.

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